Fiz um post recentemente sobre os perigos da regra de ouro e inspirado pelo senhor FenrirX venho agora fazer outro sobre os advogados de regras.

Duvido muito alguém que frequente esse blog não saiba o que significa o termo, mas mesmo assim vou explicar.
È aquele jogador que “come ” todos os livros de um sistema e depois abusa das falhas do mesmo para tirar vantagem. Já joguei mesas com caras assim e vou dizer a vocês é insuportável, devemos nos lembrar sempre a ideia é ser divertido para todo mundo e não so para um idiota com tempo de sobra que decora regras.

Cabe ao mestre e somente a ele combater esse tipo de jogador na mesa, agora a razão desse post se vocês leram o anterior sobre regra de ouro eu crítico mestres que abusam da ausência de regras que a regra de ouro pemite, aqui eu crítico os jogadores que abusam do excesso de regras que os novos sistemas tem.

A lição aqui é a de sempre BOM SENSO cavalheiros.

Discutindo Sistemas – A progressão.

Posted: 14th setembro 2010 by Gun_Hazard in RPG
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São raros os jogos de RPG que não apresentam uma progressão ou evolução dos personagens (sinceramente não me lembro de nenhum que não o faça).
Mas quais os tipos mais comuns e quais suas diferenças? E como elas influenciam o tipo/estilo do jogo em si? O que pretendo colocar em discussão aqui são os dois tipos mais comuns, com suas vantagens e desvantagens.

Progressão por níveis.
Sem dúvida é o tipo mais comum a ser encontrado, acumulando uma certa quantidade de experiência o personagem sobe um nível.
Em geral isto significa que ele evolui um pacote pré-definido, como por exemplo bônus de ataque, defesa, pontos de vida, perícias e habilidades especiais, atributos, já determinadas a serem alcançadas naquele determinado nível. Raramente há uma ou outra customização, como escolher qual perícia ou entre uma ou outra habilidade especial, arma favorita e estes pequenos detalhes, mas o “Esqueleto” da evolução é o mesmo.
A maior vantagem é a uniformidade da evolução você sabe como evolui e quando evolui, não há muitos problemas em se fazer uma “Má Escolha”. É um sistema muito fácil para iniciantes naquele RPG. Uma outra grande vantagem é um certo equilíbrio que isso tende a gerar pois no básico todos os personagens de mesmo nível seriam mais ou menos equilibrados entre si independente do jogador conhecer o sistema e seus macetes de otimização.
A desvantagem é que muitos vão reclamar da imposição dos “Pacotes prontos”, muitas vezes inuteis dentro de um contexto, por exemplo, se você joga D&D e gosta de ladinos, mas não tem preocupação com armadilhas ou seu mestre nunca coloca armadilhas, então você vai ter um “habilidade morta”, ou seja algo que você nunca vai utilizar, mas que consumiu recursos (dentro do suposto equilibrio/nicho entre classes) do personagem.

Progressão por compra.
O segundo tipo mais comum é  a compra de bônus, valores, habilidades, características, etc por um determinado valor. Os jogadores ao evoluirem ganham pontos que podem ser usados para melhorar seu personagem.
Embora alguns jogos tenham limites de quanto se possa gastar de uma determinada vez, a evolução é bem mais livre que a por meio de Níveis, permitindo uma evolução mais livre, pois o jogador escolhe quais as características quer aprimorar primeiro, ou quais nunca desenvolver.
A maior vantagem é óbvio a customização “a gosto do freguês”, o jogador escolhe o que deseja, ou quais suas prioridades. Geralmente não há como reclamar de algo ruim ou inútil na sua ficha, pois terá sido escolha ou consequencia da escolha dele.
A Desvantagem é primeiramente a brecha que isto pode abrir, dependendo do sistema, para super-otimizações, ou seja, o jogador que conhecer melhor o sistema e suas brechas terá a oportunidade de elaborar um personagem que pode ficar muito mais a frente dos demais jogadores. Outra desvantagem é o “Jogador Preguiçoso”, aquele jogador que não sabe ou não quer pensar na hora de criar um personagem desta maneira, deixando a ficha incompleta ou desconexo, como o exemplo que jogador que faz “uni-dune-tê” na hora de criar seus personagens, criando coisas bizarras e totalmente desconexas com o jogo, sistema, campanha e até mesmo com o próprio personagem.

Misto.
Há jogos que tentam misturar os dois tipos de evolução geralmente apresentando o esquema básico de níveis, já determinando a quantidade/ valores de certas características, mas dando uma maior liberdade do jogador selecionar as outras habilidades conforme desejar, e não de forma linear.

Conclusão (desabafo):
Particularmente eu gosto de evolução por compra de características, pois gosto do conceito de você definir a evolução do personagem.
Mas infelizmente quando mestro para meu grupo isso não rola, parte porque alguns são Preguiçosos, parte porque alguns fazem “uni-dune-tê”. Uma vez em que o Klééber resolveu Mestrar uma aventura de Gurps Supers Tivemos um Beavis do desenho da MTV (até hoje não sei o que de Supers ele tinha), um Heroi Iron Age, um DragonBall, e um Médico Telecineta que só tinha duas perícias. Isso para vocês verem o que acontece quando se dá liberdade para o grupo.
Recentemente na minha campanha de Ravenloft (Que vem sofrendo tantas criticas em forma de piadas que faz minha auto-estima de mestre ficar abalada), Resolvi apostar na forma Mista com o TRUE20, Durante a criação o grupo ficou reclamando, que não dava para fazer isso, que não dava para fazer aquilo, mas não se atentou a procurar saber o que seria mais divertido de fazer (com o Sistema) dentro do conceito de Terror Gótico-Medieval. Para eles era muito mais interessante Reclamar que não tinha monge e que não podia dar ”rajada de golpes” (mesmo só tendo um idiota o suficiente para jogar de monge no grupo e cientes que não era essa a proposta do jogo). O pessoal perde mais tempo reclamando de coisas infantis em vez de se preocupar em explorar o potencial que a liberdade de desenvolvimento estava proporcionando.

E vocês quais experiências tem em relação aos métodos de Evolução de Personagens?

Esse termo é extremamente perigoso na minha opinião, um dos recursos mais flexiveis dentro do RPG pode ser a ruina de qualquer mesa de jogo.
Me lembro de um bom narrador de nosso grupo que uma vez abusou ao extremo desse recurso ao ponto em que os joadores perderam totalmente a confiança em qualquer regra do sistema pois o narrador modelava essas da forma que lhe era conveniente.

Devemos lançar mão sim do recurso “Regra de ouro” porém o bom senso deve sempre ser observado, nessa situação citada acima a coisa descambou para um ponto onde jogadores simplesmente se levantaram e sairam.

Pensem mestres, antes de mais nada pensem, afinal deve ser divertido para os jogadores e as regras foram feitas para colocar ordem no caos e não para cria-lo.

È isso ai players depois de um mega feriado sem posts aqui estou eu novamente com mais um “frases críticas” rs …. e dessa vez a vitima serie eu novamente….

Mesa de D&D 3.0 reunião do grupo com o prefeito da vila que expõe um serio problema local com mortos vivos, muito bem,  a besta quadrada aqui jogando de clérigo sai pela porta empunha a espada e grita a plenos pulmões….

NOCTUN#1

Posted: 3rd setembro 2010 by cristianobomdia in Noctun, RPG
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Salve players hoje iniciarei o primeiro post da serie NOCTUN vou confessar que estou um tanto ancioso pelo resultado desse trabalho na vedade poderia definir meu estado de espeirito hoje como “MEDA” rs.

Conforme ja explique no primeiro post sobre o NOCTUN será um trabalho literario sem fins comerciais futuros, siceramente espero que gostem e acima de tudo espero ancioso pelos comentários.

UMA NOITE UM TANTO CONTURBADA

O bar era uma espécie de PUB suas paredes eram revestidas de madeira com uma textura rústica, o lugar estava impregnado pelo cheiro de madeira e esse cheiro se misturava aos cigarros de cravo e o perfume dos freqüentadores dando um aroma característico ao lugar.

O publico do lugar variava de pessoas entre 17 e 40 anos a média ficava entre 20 e 35, pessoas de classe média para média alta, indivíduos que na sua maioria trabalhavam em escritórios nos dias úteis da semana e no fim da sexta-feira voltavam para suas casas trocavam seus ternos por calças jeans camisetas pretas coturnos, exibiam suas tatuagens que permaneciam ocultas nos estéreis ambientes corporativos de onde tiravam seu sustento, seus penteados, mais discretos do que aqueles que vi nos góticos dos anos 80, mas ainda sim chamativos desfilavam no ambiente de forma arrogante e dotados de displicência. Risos e gestos se espalhavam nas mesas, olhares e conversas se cruzavam em um pequeno e azulado caos.

Enquanto procurava um lugar para sentar prestava atenção na letra de “Girl Afraid” da banda “The Smiths”, na verdade eu procurava por duas outras coisas, primeiro se eu não estava invadindo o território de ninguém, esse tipo de erro não costuma ser perdoado e a segunda coisa era uma vitima em potencial.

Ambos eram bem fáceis de serem encontrados, mas o primeiro era frustrante de se encontrar e quando isso acontecia eu tinha duas opções, desistir do local ou pedir permissão ao “dono” do lugar.

Em minhas primeiras noites aprendi as duas formas mais fáceis de se localizar meus iguais, uma era através da aura que nós emitimos, com um pouco de concentração pode-se perceber a aura de todos os seres vivos ao seu redor as auras humanas tem cores vivas e vibrantes já as nossas tem auras pálidas quase prateadas alguns tem auras mais escuras vai depender muito da idade e dos “pecados” que foram “vividos” e cometidos a outra forma é pelo cheiro, essa segunda maneira é mais fácil e requer menos concentração o fato e que nos cheiramos a “morte” e quanto mais forte for esse cheiro mais avançada a idade em alguns casos como o meu por exemplo esse cheiro se espalha por quilômetros, claro que os humanos são totalmente incapazes de sentir esse cheiro e menos ainda perceber as auras.

Particularmente sempre preferi a segunda forma, é mais fácil, a desvantagem desse método é que ele não revela a localização exata do alvo sem que haja uma observação minuciosa, mas para mim essas coisas eram fáceis dado o fato de minha idade avançada, simplesmente manifestei minha vontade e comecei a aspirar o ar do ambiente e apesar de meu sistema respiratório não funcionar a décadas eu posso sentir cheiros.

Imediatamente os aromas do lugar invadiram minhas narinas e mesmo assim como toda essa miríade de aromas eu pude sentir um cheiro nauseabundo no local ou havia mais de um “colega” ali presente ou ele era tão velho quanto eu.

Continuei andando pelo local observando as pessoas, por mais que fosse possível disfarçar totalmente nossos traços cadavéricos eu tinha experiência suficiente para localizar qualquer um que compartilhasse da minha condição.

Finalmente o localizei era um homem cerca de 1,80m cabelos e olhos negros seus olhos eram pequenos porém muito intensos, trajava uma camisa preta bem surrada com o nome de uma banda já em estado inelegível um casaco preto de couro extremamente elegante e provavelmente muito caro que descia ate a altura do joelhos quase um sobretudo e calças pretas em sua mão tinha um cigarro ainda por acender notei que ele ostentava gesto um tanto afeminados enquanto falava e se exibia para as pessoas que o acompanhavam na mesa.

Perdemos nosso senso de sexualidade depois de um certo tempo, deixamos de nos preocupar com o conceito de hetero ou homossexualismo, raros eram os casos que mantinham esses conceitos mortais, nossa condição inumana simplesmente nos levava a uma existência assexuada,  eu era um desses casos raros nunca me desvencilhei de minha condição sexual enquanto mortal e simplesmente não conseguia me alimentar de homens por maior que fosse minha necessidade por sangue.

Logo no caso daquele “irmão” que observava ou ele estava fingindo ou assim como eu ele não havia perdido sua orientação sexual , simplesmente me aproximei da mesa e o encarei sem muita expressão no rosto em segundos ele entendeu o que eu era me devolvendo um olhar cheio de escuridão, somente eu pude perceber aquilo, mas naquele momento ele revelou para mim sua verdadeira natureza, essa habilidade era usada por nos para intimidar ou mostrar poder e apenas nos podíamos notar tais exibições naquele momento percebi que ele era dotado de grande poder e com certeza bem mais velho do que eu, depois disso ele simplesmente se levantou e foi ate um canto mais escuro do bar sentando-se em uma cadeira disposta diante de uma mesa vazia em menos de um segundo depois eu me apossava da outra.

__ Boa noite meu nome é Nicolas. – Disse a ele estendo minha mão. Ele à apertou, senti meus ossos rangendo tamanha foi a força que ele empregou no ato, ele tinha poderes físicos bem superiores aos meus, sempre tive mais talento para os poderes mentais apesar de ter meus poderes físicos razoavelmente desenvolvidos. Ele continuou a apertar como uma morsa um humano já teria desmaiado de dor, mas eu tinha uma resistência alta a esse tipo de investida mais um dos truques que aprendi em minhas noites iniciais .

Olhei bem no fundo de seus olhos e após alguns segundos eu atravessava a sua nebulosa defesa mental dei uma boa olhada nas lembranças mais antigas daquela criatura antiga  a minha frente, não demorou muito e encontrei algo enterrado no emaranhado de lembranças de épocas passadas que foram enterradas dentro daquela mente, trouxe tudo a tona e as imagens de acontecimentos atrozes começaram a ser novamente vividas por ele.

Ele soltou minha mão imediatamente e me olhou com certa surpresa se perguntando como eu havia conseguido.

__ Foi você quem começou – Disse com um certo tom cômico.
__ Meu nome é Alex como você já deve saber, estou impressionado senhor Nicolas devo ter quase o dobro de sua idade e mesmo assim entrou em minha mente com tremenda facilidade.
__ Tenho uma aptidão natural para essas coisas, espero não ter ofendido.
__ De maneira alguma, mas o que faz aqui?
__Essa noite busco um pouco de sangue, mas somente por essa noite.
__Ah então é um bebericador?
__Um o que?
__Um bebericador, um vampiro que se alimenta todas as noites ao invés de passar longos períodos sem se alimentar como a maioria de nos.

O cara tinha um termo para quem se alimenta todas as noites, tive que me segurar para não gargalhar na cara dele, mas foi inevitável deixar um pequeno sorriso escapar pelo canto da boca.

__ Você acha graça? – Disse ele sorrindo de volta.
__ Me desculpe não foi minha intenção ofende-lo por favor não interprete mal, eu só achei o termo um tanto peculiar, se você não se importa vou me alimentar e saio logo de seu território.
__ Esqueça isso senhor Nicolas vou fazer melhor, indivíduos como o senhor são raros de serem encontrados quero conhece-lo melhor lhe faço uma proposta eu e o pessoal ali da mesa do lado estamos indo para uma festa digamos “particular” em minha casa que fica no alto da lapa talvez o senhor queira nos acompanhar ai poderá se alimentar a vontade o que me diz?

Geralmente não aceito esse tipo de convite vampiros não são conhecidos pela camaradagem com seus iguais alias com ninguém, mas acabei aceitando já estava na estrada há vários meses a fio e é sempre difícil conversar com um igual levando esse tipo de “vida”.

__Muito bem então Alex eu aceito o convite.
__ Fantástico, venha vou lhe apresentar para as garotas estamos esperando mais duas pessoas e logo vamos.

Nos levantamos e nos dirigimos ate a mesa ele me apresentou a duas garotas Natalia e Amanda a primeira era bem gorda e acentuava sua palidez com o subterfúgio de maquilagem usava um longo vestido negro seu rosto redondo era lindo com grandes olhos castanhos a outra era magra trajava um blusa de alça em seu ombro esquerdo havia uma tatuagem de um pequeno dragão tinha cabelos curtos e pintados com um ruivo muito forte.

Enquanto eu tentava me enturmar algo acontecia pelas minhas costas hoje me pergunto como deixei erro tão primário ocorrer no outro canto do bar estava um homem…

Continua…

Continuando nossa saga hoje falarei sobre o grande POPLES, jogador, narrador e assim como eu saco de pancadas do grupo devido a sua imensa capacidde de falar a coisa errada na hora errada.

Mesa de D&D 3.0 POPLES jogando de ladino, como todos nos sabemos o ponto forte do ladino são seus ataques furtivos o POPLES também sabia disso o problema é que ele confiava demais nessa habilidade o que gerou o seguinte mote no grupo….rs

Dificuldade para Elaborar suas Aventuras?

Posted: 2nd setembro 2010 by Gun_Hazard in RPG
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Leia este Artigo de como planejar suas aventuras de RPG.

Criando aventuras Planejadas/

Link do Blog Masmorras & Dragões.

Quando a História não rola…

Posted: 2nd setembro 2010 by Gun_Hazard in RPG
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Ou pelo menos não como o planejado.

Neste último sábado dei continuidade na minha pequena campanha de Ravenloft usando o True20.
Na verdade já havia preparado a aventura a 3 semanas atrás. Jogamos um sábado sim outro não e uma campanha sim outra não, o que dita que jogamos esta aventura de Ravenloft apenas uma vez ao mês.

– Planejei qual seria o desafio (uma Banshee);
– E a história por trás dela (Uma Elfa abandonada pelo noivo à morte certa nas mãos de bandidos por medo de ele próprio ser morto);
– Quais seriam as chances dos jogadores (aguardava no mínimo uma morte antes deles terem noção que não tinham como vencer e fugir);
– Acrescentar um elo de ligação entre um Personagem e a ambientação do cenário;
– Outro elo de ligação entre um objetodo de um personagem;
– Um gancho a fim de conduzir o grupo a campanha em sí;

Eu conseguí fazer tudo isso, mas não da forma como gostaria.

Ocorre que a aventura tinha tudo para seguir em frente se não fosse pelo detalhe: jogadores.
Como disse nosso grupo se reune pouco, quando nos encontramos além de jogar aproveitamos para conversar, fazer piadas, bagunçar uns cons outros, etc. Isso geralmente tira um pouco o foco do jogo.
A Aventura acaba ocorrendo, mas nem sempre os jogadores estão atentos a ela, ou não agem como o mestre esperava que agissem se estivessem mais atentos ao que ocorre. O mestre fica com a sensação de que todo o esforço gasto foi em vão.

No caso do meu grupo eu sei qual seria uma solução: nos encontrarmos mais vezes para reuniões descompromissadas, tipo cervejada no bar, jogar video-game e deixarmos as reuniões para RPG, como prioridade para o jogo… mas como nem tudo são flores isto é meio que uma utopia neste mundo com tempo tão apertado. O que podemos fazer é chegar um pouco antes dos demais para ir botando as besteiras em dia; fazer alguns pequenos intervalos para que a rotina do jogo não se alongue muito; ter coragem de pedir um pouco mais de atenção nas cenas mais sérias (não que as outras não sejam, mas diga “Prestem atenção agora pois isto é importante”). Com isso você dosa cenas mais relaxadas e descompromissadas onde por exemplo dois jogadores que não estão na cena possam falar besteira, sair para pegar bebidas, ir no banheiro e reserva a atenção do grupo para os momentos de maior Climax do jogo.

Cada grupo tem seus problemas e limitações, conheça os seus e aprenda a como contorná-los.

Bons jogos!

Todo grupo de RPG tem sua coletania de frases absurdas criadas pelos seus jogadores e mestres em momento infelizes, essa sessão retrata as do falha e para ilutrar melhor tais “FALHAS” eu trarei sempre uma historia de uma frase seguida de uma imagem.

Vou começar comigo mesmo rs…

Era o final de uma historia de D&D 2.0 narrada pelo nosso amado “Beto” haviamos enfrentado um terrivel mago durante meses e finalmente chegara o dia da batalha final, lista de magias arcanas e divinas preparadas, espadas afiadas, armaduras polidas tudo pronto, então finalmente o vilão aparece e o idiota aqui jogando de clerigo diz ao mestre “tomo a frente do grupo” (cerca de 10 jogadores) “e digo:….”

Meu grupo de RPG sempre teve narradores muito criativos principalmente no quesito regras inúmeras foram as vezes que adaptamos, criamos ou simplesmente excluíamos regras que considerávamos deficientes os ineficazes.
Sempre teve de tudo desde uma simples flexibilidade dentro de um certo contexto ate coisas mais “hardcore”  como por exemplo usar cartas de baralho no lugar de dados a forma como as adaptações serão feitas vai depender da necessidade e da criatividade de cada grupo.